Bons amigos

03ago09

onciinha ana E então você está lá, tranquila, na boa, na sua. Querendo mais aproveitar sua vidinha de solteira, batendo cartão na mesma balada pelo terceiro final de semana. E ele aparece. A última pessoa que você pensou em ficar, aquele  amigo que você só pensava algumas vezes, por diversão. Algumas tequilas depois e,  de repente, aquele beijo repentino, tão gostoso que te faz não ter vontade de não parar nunca mais. Um beijo tão bom, sem saber de onde veio, pra deixar qualquer qualquer pessoa sóbria, tonta.

Não! Não um daqueles ‘beijos de balada’… onde o cara te segura e beija com força, para tentar se aproveitar de qualquer nível alcóolico que exista para passar a mão em lugares do seu corpo que você nem sabia que existiam.

Então você não sabe o que pode acontecer e se afasta. Se der certo, você está com um de seus melhores amigos. Se não, você perde um de seus melhores amigos. E se perder um amor dói, nada sufoca mais a alma do que perder um amigo.  Então, pra quê misturar as coisas?

Ao mesmo tempo, por que arriscar conhecer alguém terrível na noite? Beijar alguém que não vai gostar (e isso acontece em 90% das vezes) ou que tenha um papo terrível e faça você se arrepender meio minuto depois de tê-lo beijado. Ou mesmo que você não se arrependa, ele vai ligar depois? 

mon

Quantos amigos passaram para o segundo nível e deram errado? E quantos deram certo? Vale a pena apostar as fichas em alguém querido?

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